Wednesday, May 31, 2006

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A coisa mais ridícula do cosmos é piercing no umbigo. E tenho dito. For Christ's sake, that is *SO* last decade.

Mas realmente há coisas que são emputecedoras. Tipo piercing no umbigo, brinco de pena, sapatinho baixo, camisa do Brasil. Ou BERMUDÃO. Não existe nada que eu odeie mais que bermudão. Eu NUNCA NUNCA NUNCA ficaria com um cara que saísse comigo de bermudão. Eu terminaria o namoro, o noivado, what ever, mas eu não saio com homem de bermudão. E aquela modinha da bota por cima da calça eu nem acho tão feia, mas é coisa de trancera, portanto, mil pontos a menos.

Auto-referência

"e a Madonna é tão FODA que ela nem consegue incorporar o personagem, ela tem que ser ela mesma o tempo todo, ela não consegue abstrair. mas, também, com uma personalidade daquelas, quem precisa de atuar?"

Iêda L.



Só pra puxar o saco um pouquitcho. NHAM. E também: com aquelas coxas, quem precisa de atuar?

Saturday, May 27, 2006

Oi

Foi assim: o assunto era Freud (e o cara é realmente genial, igual Hobbes, porque ele diz que todo mundo é mau por natureza e nascemos com impulsos destrutivos que devem ser refreados e aquela coisa toda) e ele disse que a arte, a filosofia, tudo era inútil, porque não contribuía para as nossas necessidades vitais. E você pode dizer o que bem entender, mas isso é simplesmente genial (exatamente pelo fato de ser completamente diferente de tudo que todo mundo fala). , tinha uma menina lá que começou a falar toda bravinha "mas então pensar é inútil?" e eu pensei comigo que é, sim, porque, quando começamos a pensar, começamos a sofrer e, quanto mais conhecimento, mais sofrimento. E ela é aquele tipo de gente altruísta, que luta pelos direitos (podia até ficar na dela e lutar só pelos próprios direitos, mas NÃÃÃÃO, tem que lutar pelos direitos dos outros também) e que fala alto e que é muito emotiva e que tem bigode. E ela começou a contar um caso que eu não vou contar aqui porque, além de irrelevante, é muito desinteressante e se mostrou como alguém que tem a própria inteligência em muita alta estima. Mas resumindo e repetindo: ela tem buço. E eu simplesmente não dou credibilidade pra mulher que tem buço. Ainda mais ela que nem deve saber que tem buço e que, por isso, é mais perigosa ainda, porque ela não tem noção da sua própria aparência e gente assim costuma ser muito equivocada.

Friday, May 19, 2006

Yatta-yatta-yatta.

Fiquei duas semanas sem internet. Resultado: flutuações estranhas de humor. Mas, na verdade, nem é isso. O que aconteceu foi o seguinte: eu conheço muitas gentes legais na internet, NÉAM? E elas fazem parte das minhas maneiras de "escapar" (aspas com os dedinhos) da realidade. E, sem elas, eu fiquei muito em contato com a realidade. Demais. EXAGERADAMENTE. However, como tudo por que a gente passa eventualmente se torna uma experiência, eu tirei conclusões da realidade e das pessoas reais, for that matter, chegando aos seguintes ítens:

1) as pessoas são mal-educadas
2) as pessoas são idiotas
3) as pessoas são inconvenientes.

Pois é. What else is new. Mas a falta de educação das pessoas nem está tãããão evidente assim. Sabe o que eu percebi? Que as pessoas não prestam atenção no que as outras estão falando. Elas só querem falar e falar coisas desinteressantes, derrubando a vida deles pra cima da gente, e, quando finalmente achamos uma brechinha pra fazer um comentário, elas nos cortam pra continuar falando coisas desinteressantes. É, isso parece óbvio, mas eu nunca tinha visto isso com tanta clareza quanto nesses dias.

Da idiotice eu não preciso falar. Idiotice derivada da frustração e da inveja, e idiotice de não conseguir olhar pra si próprio e ver que da sua boca só saem coisas estúpidas. Eu fico impressionada com o que as pessoas falam. Mé dá vergonha.

E a inconveniência é a pior de todas, sem dúvida. Porque ela reúne todas as anteriores. E o pessoal é tão burro que, ao serem inconvenientes e tentarem invadir a sua vida, eles não conseguem nem entender do que você está falando.

Nossa, como eu AMO a minha privacidade.

Saturday, May 06, 2006

Coisas que sempre pensamos não existir:

A veracidade da frase "você é demais pra mim".



Tipo: que preguiça. Tenho preguiça de tudo e, a cada dia que passa, fica pior. Eu tenho preguiça de começar relações pela internet. Francamente, o que é isto. E ainda tenho que ficar lidando com covardia de homem. ¬¬